
Nascido a 3 de Dezembro de 1906, na pequena povoação da Mata (freguesia de Fajão, concelho da Pampilhosa da Serra), Monsenhor Nunes Pereira aprendeu com o pai as primeiras letras, ingressando mais tarde, após o falecimento do progenitor em 1915, no Seminário de Coimbra.
Ordenado sacerdote em 1929, nesse mesmo ano foi nomeado pároco da freguesia de Montemor-o-Velho, tendo transitado em 1935 para Coja. Posteriormente, em 1952, veio a paroquiar a freguesia de S. Bartolomeu, em Coimbra, onde exerceu a sua missão pastoral até 1980. Foi Vigário Geral da Diocese de Coimbra, membro da Comissão Diocesana de Arte Sacra, professor no Instituto Superior de Estudos Teológicos de Coimbra, um dos fundadores do Movimento Artístico de Coimbra, sócio fundador da Sociedade Cooperativa de Gravadores de Portugal e sócio da Sociedade Nacional de Belas Artes. Para além disso, foi um grande impulsionador do coleccionismo popular e religioso e no jornalismo participou no semanário “Correio de Coimbra”, aí desempenhando as funções de chefe de redacção cerca de 20 anos. Escreveu vários livros e tornou-se célebre na execução da gravura e do vitral, tendo criado a Oficina-Museu do Seminário Maior de Coimbra, onde se encontram grande parte das suas obras artísticas e a colecção completa das 25 gravuras em madeira dos Contos de Fajão, "obra artística e etnográfica de grande valor e qualidade". Em 1986, a Câmara Municipal de Coimbra atribuiu-lhe a medalha de ouro da cidade e no final da sua vida viveu no Seminário Maior de Coimbra, onde tinha a sua oficina e trabalhava. A 1 de Junho de 2001, com 94 anos, fecharia os olhos para sempre.
Em Montemor-o-Velho realizou as primeiras gravuras, desenhadas à pena, para ser mais fácil a reprodução, uma vez que já nesta altura escrevia para jornais e revistas. Começou por fazer carimbos, passou depois para a xilogravura e fez a ilustração do seu primeiro livro de versos, publicado em 1934.
Utilizou o seu talento artístico para cativar os seus paroquianos, viabilizando assim muitas das iniciativas que organizou. Publicou na imprensa artigos e desenhos sobre várias freguesias do Concelho, que incidiram sobretudo nos monumentos, conseguindo apoio financeiro para o restauro da Igreja do Convento de Nossa Senhora dos Anjos, em Montemor-o-Velho.
Em termos sociais, a sua acção também foi notável. Foi um dos fundadores dos Bombeiros Voluntários e, na sua residência, deu apoio a muitos jovens a quem leccionava aulas de desenho. Também naquele espaço organizou diversas exposições."Da Terra e do Céu - Versos e Gravuras de Madeira por Augusto Nunes Pereira" foi integralmente escrito em Montemor-o-Velho, contando esta reedição com desenhos e poemas inéditos.
Ordenado sacerdote em 1929, nesse mesmo ano foi nomeado pároco da freguesia de Montemor-o-Velho, tendo transitado em 1935 para Coja. Posteriormente, em 1952, veio a paroquiar a freguesia de S. Bartolomeu, em Coimbra, onde exerceu a sua missão pastoral até 1980. Foi Vigário Geral da Diocese de Coimbra, membro da Comissão Diocesana de Arte Sacra, professor no Instituto Superior de Estudos Teológicos de Coimbra, um dos fundadores do Movimento Artístico de Coimbra, sócio fundador da Sociedade Cooperativa de Gravadores de Portugal e sócio da Sociedade Nacional de Belas Artes. Para além disso, foi um grande impulsionador do coleccionismo popular e religioso e no jornalismo participou no semanário “Correio de Coimbra”, aí desempenhando as funções de chefe de redacção cerca de 20 anos. Escreveu vários livros e tornou-se célebre na execução da gravura e do vitral, tendo criado a Oficina-Museu do Seminário Maior de Coimbra, onde se encontram grande parte das suas obras artísticas e a colecção completa das 25 gravuras em madeira dos Contos de Fajão, "obra artística e etnográfica de grande valor e qualidade". Em 1986, a Câmara Municipal de Coimbra atribuiu-lhe a medalha de ouro da cidade e no final da sua vida viveu no Seminário Maior de Coimbra, onde tinha a sua oficina e trabalhava. A 1 de Junho de 2001, com 94 anos, fecharia os olhos para sempre.
Em Montemor-o-Velho realizou as primeiras gravuras, desenhadas à pena, para ser mais fácil a reprodução, uma vez que já nesta altura escrevia para jornais e revistas. Começou por fazer carimbos, passou depois para a xilogravura e fez a ilustração do seu primeiro livro de versos, publicado em 1934.
Utilizou o seu talento artístico para cativar os seus paroquianos, viabilizando assim muitas das iniciativas que organizou. Publicou na imprensa artigos e desenhos sobre várias freguesias do Concelho, que incidiram sobretudo nos monumentos, conseguindo apoio financeiro para o restauro da Igreja do Convento de Nossa Senhora dos Anjos, em Montemor-o-Velho.
Em termos sociais, a sua acção também foi notável. Foi um dos fundadores dos Bombeiros Voluntários e, na sua residência, deu apoio a muitos jovens a quem leccionava aulas de desenho. Também naquele espaço organizou diversas exposições."Da Terra e do Céu - Versos e Gravuras de Madeira por Augusto Nunes Pereira" foi integralmente escrito em Montemor-o-Velho, contando esta reedição com desenhos e poemas inéditos.
Fonte: site oficial da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho.

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